sábado, 20 de março de 2010

Começo

Dias  e noites o sabor amargo dos antidepressivos,a morte que me olha pela janela ,com seu olhar sádico,quer minha alma,quer o prazer de saborear meu sangue.Minha dor lhe faz sorri,sabe dos meus medos,cada detalhe,sabe como ninguém o que se passa pela minha mente.Seu olhar fita meus punhos,tenho em mim seu beijo.Que maldita solidão,sou um animal em uma jaula,por quer me olham assim?Me acham diferente,minha aparência não é tão estranha,que normalidade tem você..Seu corpo sujo e imundo,como podes me julgar.Dentro da sua ar-normalidade se esconde um ser desprezível..Que diz amar,que no fundo se sua alma fétida,aves de rapina devoram sua alma,disputam cada pedaço de  seu corpo podre..Por isso não olhes para mim como se o diferente fosse eu..

Gary..

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